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| Alonso Campeão? |
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Domindo de manhã, do dia 24 de julho de 2005, acordei as 9:00 da manhã para assistir mais um show da Formula 1, que infelizmente não aconteceu, alias, não entre "aspas" A Ferrari com dois medíocres 5º e 13º lugar , Schumi e Barrichello, decepcionaram mais uma vez, esse primeiro ainda tentou, conseguiu pular para a 3º colocação no ínicio, mas não pode fazer com o rendimento de seus pneus. Barrichello pegou pedrera pela frente e fez uma corrida apagada. No ínico da prova, já estava decepcionado com o desempenho de Montoya, que ao bater no treino classificatorio, deixou de ajudar o "Azarado" Raikkonen, que fazia excelente corrida, distanciava-se cada vez mais de Alonso, mas por problemas hidraulicos , parou seu robusto carro Viking por volta da 40º volta. Uma pena , pois a superioridade do motor mercedes falava mais alto, e com isso Raikkonen viu o Mundial de Pilotos se distanciar. Logo após sua saída, O espanhol assumiu a ponta e soube administrar bem sua vitoria, que o deixa na condição de decidir o Campeonato na Turquia. Buton fez boa corrida, e chegou em 3º. A Surpresa ficou por conta do Colombiano , que fez uma de suas melhores corridas e chegou em 2º. Massa foi outro destaque, chegou em 8º. Após a corrida Schumi decidiu jogar a toalha, quanto as suas chances de ser Campeão ainda este ano. Já Rubens Barrichello, da Ferrari, teve um péssimo rendimento durante a corrida e conseguiu apenas a décima colocação, a uma volta do vencedor. Em nenhum momento Barrichello mostrou condições de brigar por um lugar na zona de pontuação e chegou a ser ultrapassado pelo austríaco Christian Klien (Red Bull) por duas vezes. Resta saber se Realmente o título fica com o espanhol, mas com a sorte que tem o segundo da temporada.....acredito que o finlândes ficará a ver Ice-Bergs |
posted by Anderson Duarte @ 6:37 PM   |
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| “Antes mundo era pequeno porque Terra era grande hoje mundo é muito grande porque Terra é pequena” |
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| Lembro-me, quando adolescente, do esforço que minha mãe fazia pra me arrancar da cama. Era sábado, não tinha aula, e me sentia no maior direito do mundo em ficar dormindo até a hora que bem quisesse e entendesse. Da porta do quarto ela primeiro me chamava com a naturalidade das mães zelosas. Mas depois, a cada nova investida, aumentava o volume e a raiva na voz de mães iradas... Minha reação era abraçar o travesseiro e abafar os ouvidos. Talvez eu acreditasse que agindo assim minha mãe sumiria, ou então o relógio voltaria a marcar horas de madrugada... Sinto-me hoje qual naqueles tempos. Mas ao invés do sono, tenho a nítida impressão de que a voz que não quero ouvir não é bem a voz irada de mãe. Acordo cedo todos os dias, e o sono deixou de ser um problema. Pior: começo a me incomodar com a obrigação física do descanso – há muito por fazer. Começo a achar poucas as 24 horas que me traz o dia, e a me incomodar com a estreiteza do tempo que marca o relógio. Sinto-me tolhido pelo que preciso fazer e não consigo, ou pelo que preciso aprender e o tempo não ajuda. O mundo ficou menor, o tempo ficou mais curto, o conhecimento cresceu numa grandeza inimaginável. Pensei outro dia em que como nos comunicávamos há 30, 40 anos. Lembro que quase não tínhamos telefone, um luxo naqueles tempos. Uma vez por semana as pessoas cumpríam o ritual de ligar para seus avós paternos em Ribeirão Preto, a apenas 38 quilômetros de onde morávam. Íam até a telefônica local, pedíam a ligação para a telefonista e esperávam pacientemente de 10 a 15 minutos. Para depois falar tudo que podíam em rápidos 5 minutos, que o dinheiro era curto e a carestia apertava... Escrevíam cartas, maneira lenta, mas pessoal de se comunicar com amigos, amores e parentes. E imagino a emoção de recebê-las, uma sensação indescritível que hoje, perdoem-me os jovens, não há email que iguale... Líam os jornais até às entrelinhas, e as longas reportagens formavam o vínculo com o resto do mundo. Discutíam a situação no Chile, a guerra entre árabes e judeus, e víam à noite, na TV descolorida, imagens antigas de um passado que pra eles era então atualíssimo. O tempo era mais longo. E tínham tempo para receber e compreender as informações. E sobrava-nos tempo para sonhar... Hoje a informação avassaladora invade nossa privacidade. Os jornais e a TV falam de tudo e de todos o tempo todo. Entram nos detalhes, esmiúçam privacidades, elegem e sepultam celebridades. O que me importa saber? O que preciso trazer que me fará diferente? O homem moderno não compreende o tempo que tem, e assim sente que o tempo lhe falta. O que nos faz diferente? O tempo que sabemos usar, ou a forma como nos deixamos usar pelo tempo que temos? Ao mesmo tempo que somos solicitados a ler tudo e a acompanhar tudo, olho ao redor e vejo humanos semi-analfabetos. Produzimos informação às escâncaras, enquanto milhões mal sabem ler placas de indicação, extratos bancários e, pior ainda, sequer se sentem atraídos por uma poesia. O excesso de quem propaga a informação choca-se com a falta de conteúdo de quem a recebe. Excesso de informação versus excesso de ignorância, despreparo educacional, dificuldade de compreensão... Que falta nos faz o tempo, se não sabemos o real tamanho que o tempo tem? Por que a pressa, se mal sabemos onde queremos chegar? Vivemos o paradoxo dos tempos: o excesso de informação desinforma, e nos faz menos cidadãos. Menos solidários, menos envolvidos, menos parceiros, menos responsáveis. Hoje a cada dia que começa sinto uma enorme vontade de envolver meus ouvidos com o travesseiro, e abafar as vozes confusas e díspares que vêm da rua, dos jornais, da TV ligada. Esquecemos depressa demais que a calma é quem melhor ensina... |
posted by Anderson Duarte @ 9:19 PM   |
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| "Black" Pearl Jam |
| Sunday, July 10, 2005 |
Sheets of empty canvas Untouched sheets of clay Were laid spread out before me as her body once did All five horizons revolved Around her soul, as the earth to the sun Now the air I tasted and breathed has taken a turn Ooh, and all I taught her was everything Ooh, I know she gave me all that she wore And now my bitter hands chafe beneath the clouds of what was everything All the pictures have all been washed in black tattooed everything
I take a walk outside I'm surrounded by some kids at play I can feel their laughter, so why do I sear?
Oh, and twisted thoughts that spin round my head, I'm spinning Oh, I'm spinning, how quick the sun can drop away
And now my bitter hands cradle broken glass of what was everything All the pictures have all been washed in black tattooed everything
All the love gone bad turned my world to black Tattooed all I see all that I am all ever be ..yeah
I know someday you'll have a beautiful life I know you'll be a star in somebody else's sky But why, why, why can't it be, oh, can't it be Mine? Ooh ahhh yeah ahh ooh |
posted by Anderson Duarte @ 2:02 PM   |
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| Pour Ma Fianceé |
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Sinto sua Falta Eu não Posso esperar tanto tempo assim O nosso amor é novo É o velho amor ainda e sempre
Não diga que não vem me ver De noite eu quero descansar Ir ao cinema com você Um filme à toa no Pathé Que culpa a gente tem de ser feliz? Que culpa a gente tem, meu bem? O mundo bem diante do nariz Feliz aqui e não além Iê, iê! Me sinto só, me sinto só, me sinto tão seu Me sinto tão, me sinto só e sou teu Me sinto só, me sinto só, me sinto tão seu Me sinto tão, me sinto só e sou teu... uou, uou, iê
Faço tanta coisa Pensando no momento de te ver A minha casa sem você é triste E a espera arde sem me aquecer Não diga que você não volta Eu não vou conseguir dormir À noite eu quero descansar Sair à toa por aí Je t´aime Mon Amour.... Falta Pouco!!!! |
posted by Anderson Duarte @ 1:52 PM   |
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Darth Anders |
posted by Anderson Duarte @ 1:24 PM   |
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| Guerra dos Mundos |
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Independente do que faça daqui pra frente, Steven Spielberg já tem seu nome grafado na história do cinema. No entanto, é também prova viva de que não se deve viver dos louros do passado. Seus maiores sucessos de crítica são justamente os primeiros trabalhos, antes de se tornar sinônimo de filme-família, quando ele fazia longas que desafiavam convenções e surpreendiam o público. Porém, nos últimos anos o cineasta parece tomado por uma bobeira. Nenhuma de suas mais promissoras produções traz um final convincente, daqueles de fazer verter lágrimas pela genialidade. E não falo de lágrimas causadas por um menino que tem que dar adeus a seu ET de estimação... mas sim das geradas após a obra-prima que é um Contatos imediatos do terceiro grau (1977), que tem em seu clímax uma das mais corajosas e honestas decisões de um personagem já vistas no cinemão hollywoodiano. Relembre: O resgate do soldado Ryan (1998), Inteligência artificial (2001) e Minority report (2002), os mais grandiosos filmes do diretor nos últimos 10 anos, começaram de maneira surpreendente e trouxeram em seu conteúdo elementos que lembravam aquele Spielberg do começo de carreira. No entanto, todos falharam na conclusão. Guerra dos Mundos (War of Worlds, 2004), seu novíssimo e alardeado projeto ao lado de Tom Cruise, infelizmente não foge à regra da última década. Tem um início digno do Spielberg anos 1970. Seu personagem principal, o operário divorciado Ray Ferrier (Cruise, numa das melhores interpretações de sua carreira) é um bruto egocêntrico. Não liga para o casal de filhos que teve em seu antigo casamento e não faz qualquer esforço para reverter esse quadro. Seu interesse pelos dois, Robbie e Rachel (Justin Chatwin e a sempre assustadora menina-velha Dakota Fanning), só se desenvolve aos poucos, durante a situação mais desesperadora de sua vida: mantê-los vivos. A tal situação, você adivinhou, é resultado da dramática invasão alienígena à Terra. Ela também traz elementos dignos do início de carreira do cineasta: corpos pulverizados explodindo em cinzas, chuva de sangue e muitos gritos de horror, tudo regado a efeitos especiais excepcionalmente realistas. Os trípodes alienígenas e as máquinas de destruição que espalham a morte mundo afora são assustadoras e em momento algum parecem criações digitais. Todas as imagens dos ataques que elas promovem e a correria e a devastação resultantes lembram imediatamente - e propositalmente - o 11 de Setembro de 2001 e escancaram a paranóia estadunidense sobre o tema. No momento em que os primeiros raios são disparados pelos tripodes - torres gêmeas e aviões sequestrados em um só elemento -, a pequena Rachel confirma o que já está sendo observado. "São eles? São os terroristas?", pergunta. Porém, ainda mais dramáticas que a invasão são as cenas em que os humanos refugiados se enfrentam numa tentativa de sobreviver alguns minutos a mais. A família Ferrier é a única que possui um carro funcionando e isso a transforma imediatamente em alvo dos que estão atravessando o país a pé, em busca de segurança. As seqüências que tratam do assunto são as melhores e mais tensas do filme, muito mais impactantes que qualquer arma letal alien. Sem ETs à vista, mostram o Homem como a maior ameaça para si mesmo. Mais tarde, a apresentação de um enlouquecido refugiado (Tim Robbins) no porão de uma casa reforça a idéia com extrema competência. Os fins justificam os meios... principalmente se o fim for a sua própria sobrevivência. Se Guerra dos Mundos ficasse apenas por aí seria um filme excepcional... mas chegam os cinco minutos finais e, com eles, a certeza de que bateu a já mencionada bobeira em Spielberg. Aos 44 do segundo tempo a produção lamentavelmente (e escrevo isso realmente desapontado) se afunda em clichês terríveis e idéias medíocres. Tal mudança é completamente inesperada, afinal, até aquele momento o filme parecia um dos melhores trabalhos do cineasta. O erro dos ETs - e claro, da adaptação dos roteiristas Josh Friedman e David Koepp - não foi contemporizado e, para os dias atuais, soa tão primário que fica difícil respeitar o filme. A impressão que fica é que os aliens, que até então destruíam tudo e todos sem piedade, devem ser parentes dos invasores idiotas de Independence Day (aqueles que usavam Windows 95 em sua nave mãe). Com certo esforço é até possível buscar uma razão metafórica para o desfecho, algo que pode funcionar como uma espécie de alerta ambiental para a humanidade. Mas, novamente, o tema é batido demais para ser levado em conta. E o que começou Tubarão (1975) terminou Hook (1991). |
posted by Anderson Duarte @ 1:20 PM   |
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